terça-feira, 1 de julho de 2008

Tweedy é o que me resta

Finalmente junho de 2008 agora é passado.
Foi ficando cada dia mais difícil, mas consegui, sobrevivi.
E realmente acredito que as coisas irão melhorar a partir de hoje. Tenho que acreditar, caso contrário, não me restará praticamente nada hahaha
Mas deixando um pouco de lado a Juliane junina, até que foi um bom final de semana com direito a dois bons shows gratuitos do Motomix (Fujiya & Miyagi e The Go! Team - não aguentei ver Metric), mas poderia ser bem melhor se eu estivesse fisicamente disposta (ou se as bandas me agradassem de verdade).
E agora, terça, cá estou eu a pensar sobre a vida. Hoje o Adnet estava falando de escola e tudo o mais e, nossa, como ainda é surreal pra mim não estar mais na escola. Completei com relativo louvor meu primeiro semestre na faculdade! Por quanto tempo eu esperei isso! Lógico, era pra ser bem mais pomposo de acordo com os meus sonhos, mas estou relativamente satisfeita. Relativo e relativamente são palavras que têm se encaixado muito no meu atual "animus" que, aliás, é quase inexistente, me deixando mais mulherzinha do que eu nunca fui antes.
Por mulherzinha talvez eu queira dizer vulnerável e sinônimos. E em todos aspectos. Sim, sentido pejorativa da palavra. Peguem eu, feministas.
Odeio me sentir mulherzinha.

E tenho fortes motivos para acreditar que muito em breve Wilco será uma das minhas bandas do coração. Ah, Jeff Tweedy, tens uma voz tão apaixonante a ponto de eu concluir que se o Fyfe, aquele que passou a ignorar meus emails, não tivesse chegado antes, estaria facim facim para você. Portanto, só lhe resta lamentar. Ou esperar por uma boa mudança nos ventos, e nisso eu posso te fazer companhia.

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