quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Daaaancing Shoes!

Bom, aqui estou eu em um 31 de outubro bem entediante. É Halloween. Legal.
Legal mesmo foi o dia 28. Nada pra fazer dá nisso: textos sobre shows.

Tuudo começou bem cedo, quando saímos umas 7h para São Paulo. Eu, Karina e Stephanie. Já lá, fomos logo na feira do Bixiga e eu babei litrus nas coisas. Muuuita coisa legal! Mas babei de verdade nas medalhinhas de soldados e agora eu estou LOCS para comprar uma e usá-la (as soviéticas eram as mais biitas e baratas!). Só levei um lp do Abbey Road que é lindão (agora só falta arranjar onde ouvir o benedito). Dali, descemos para a Liberdade e, ah, me senti em casa! No almoço, encontramos o resto da trupe, fomos até meus pais para entregar uma sacola e depois, já rumamos pro Anhembi.
'Sol do capeta' é meu comentário sobre a fila.
Lá pelas 7h, já dentro da arena, começou Spank Rock e eu realizei um de meus sonhos: ficar em um show balançando só o braço direito no ritmo, no melhor estilo show de rapper! E foi o grande destaque desse show.
Ainda na grade, vimos Hot Chip. Começaram bem, saíram devido a problemas, voltaram e o encerramento, Over and Over foi muuuuuito bom!
Observações de grande importância no intervalo Hot Chip/Björk: vi um tampinha passando lá pelo vip, e sim, senhoras e senhores, era nada menos que o melhor dos charolastras (sem desmerecer Dieguito que tá quase lá!): Gael Garcia Bernal. Vendo tal imagem, quase me esqueci da tortura que tava sendo ouvir as músicas que a Björk selecionou para a montagem do palco. Dei mais graças a deus pelo início do show dela porque significava fim daquelas músicas do que pelo início do show em si.
Enfiiim, Björk! Beelo belo show. Bonito de se ver, diria minha avó. Interessante, diria meu pai. Um pouco cansativo lá pelo meio, digo eu. Mas valeu a pena. Bastante.
Acabou a Björk, rolos ocorreram na grade e acabamos por abandoná-la.
No intervalo antes da Juliette, eu e Karina nos matamos para conseguir tirar a barriga da miséria. Conseguimos, mas acabamos sentadas no lixão que tava a arena, comendo um cachorro-quente e assistindo a Juliette pelo telão. Mas achei o show morno. E lembro que ela tocou uma música ruim demais. Mas que a mulher é boa, ela é. Assassinos por Natureza que o diga.
Depois, ARCTIC FUCKING MONKEYS.q Foi lindo. Não tanto pela banda. Eles foram competentes e é isso ai. Mas a galerinhe tava ansiando tanto por aquilo (inclusive eu) que não foi difícil para eles empolgar grande parte de quem tava lá. Cantei, gritei, incomodei pessoas ao redor, dancei muuito, soltei um monte de embromation quando não consegui acompanhar o Alex fofura da mãe e por ai foi. Mas foi rápido demais! E faltaram diversas músicas (Mardy Bum, Still Take You Home, When The Sun Goes Down). Mesmo assim: show da noite!
Depois, mais um intervalo enoorme, e, com o acúmulo de atrasos, The Killers entrou no palco 4h. E, não imaginava isso, mas foi um show muuito bom também. Segundo preferido da noite. Cantei algumas, viajei no psy de outras quando sentei um pouco, dancei outras, fiquei feito retardada lá pelo final e fiz questão de atravessar toda pista sendo retardada. Foi lindo ver o povo pulando lá no meio. Foi lindo ver um espação vazio no meio da pista me chamando.
Depois do fim, já saímos pra encontrar o povo da van. Fomos até Campinas e, depois, viemos pra Americana. Cheguei em casa 8h.
Cheguei, deitei e desmaiei (apesar de já ter desmaiado na van e no ônibus antes). Acordei e estressei quando vi que meu irmão tinha comido meu pedaço de pizza.

PS: Feist cancelou o dia 27 por causa de uma labirintite. Umas da maiores decepções que eu já tive, mas logo eu supero.

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